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Através de um ambiente de escuta, acolhimento e respeito, o IntegraSER tem como missão a promoção e restauração da saúde através do trabalho terapêutico clínico que irá auxiliar nos processos de autoconhecimento e equilíbrio emocional na relação consigo mesmo, com os outros e com o mundo. O IntegraSER oferece a você serviços de psicoterapia individual e em grupo de adultos, adolescente e idosos, ludoterapia (em caso de crianças e pre-adolescentes), aconselhamento psicológico, palestras temáticas, orientação de pais, orientação vocacional e profissional, psicoterapia de apoio em situações de luto e em casos de estresse pós-traumático, auxilio durante a gravidez, parto e puerpério, acompanhamento psicológico a dependentes químicos (tabagismo, alcoolismo, drogas), dificuldades nos relacionamentos afetivos, ansiedade, transtornos alimentares, questões sexuais, depressão, fobia, transtornos de conduta, doenças psicossomáticas, problemas de aprendizagem, auto-estima, humor, crises de transição (adolescência, maturidade, envelhecimento), entre outros.

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Boas Festas!

Desejamos a todos os envolvidos com o  IntegraSER (empresas parceiras, crianças, adolescentes, pais e adultos) votos de paz e sucesso! Temos orgulho em oferecer a vocês serviços de natureza psicológica de excelência com o objetivo de resgatar o bem-estar e/ou desenvolver o potencial existente em cada ser humano.

A vocês, os nossos sinceros e calorosos votos de Boas Festas!
Feliz "restinho" de 2013 e um brinde ao ano de 2014.

Ass. Equipe IntegraSER - Psicologia a serviço da Vida.

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

O IntegraSER fez seu 1º Aniversário!

É com imensa satisfação que comunicamos o sucesso do 1º ano do IntegraSER – Psicologia a Serviço da Vida.
Às empesas parceiras, o nosso agradecimento pela confiança em divulgar e oferecer os nossos serviços na certeza de que contribuímos e iremos continuar contribuindo com a qualidade de vida dos seus colaboradores e familiares associados.
Aos clientes (crianças, adolescentes e adultos) acompanhados pelo IntegraSER durante o ano de 2013, as nossas felicitações.
A todos os envolvidos nessa sociedade de sucesso, o nosso muito obrigada!
E você, já conhece o integraSER? Somos um grupo de psicólogos motivados pelo desejo de ampliar o bem-estar psicológico à população potiguar através de serviços de natureza psicológica desenvolvidos por profissionais experientes e comprometidos com a qualidade de vida.  Através de um ambiente de escuta, acolhimento e respeito, temos como misão a promoção e restauração da saúde através do trabalho terapêutico clínico que irá auxiliar nos processos de autoconhecimento e equilíbrio emocional na relação consigo mesmo, com os outros e com o mundo.
A sua empresa gostaria de ser um de nossos parceiros contribuindo e beneficiando a saúde bio-psico-social dos seus colaboradores e familiares através de atendimento psicológico de qualidade dentro de orçamentos mais acessíveis?
Venha fazer parte dos nossos conveniados!
Interessados, entrar em contato conosco através dos números 4103-2655 ou  através do endereço eletrônico integraserpsi@gmail.com. Temos imenso prazer em recebê-los e apresentar-lhes a nossa proposta!
IntegraSER - Psicologia a Serviço da Vida pautado no compromisso ético e profissional com o bem-estar da sociedade potiguar.

domingo, 24 de novembro de 2013

Um pouco sobre a arte do relacionamento entre pais e filhos.
Boa leitura!

"Quando se faz a pergunta de como é a relação de pais e filhos vem logo ao pensamento a palavra conflito entre gerações, como evidencia Osorio (2002) não há como evitar conflitos no convívio humano. O que pode ser feito é reduzir ao mínimo possível as tensões existentes entre pais e filhos porque ambos têm direitos e deveres:
Essas tensões poderão ser abrandadas na medida em que os pais deixem de usar os filhos como instrumentos de suas realizações pessoais e estes, por sua vez, possam compreender que são a consciência viva da finitude de seus pais, ou seja, que o simples fato de estarem se tornando adultos comprova a inevitabilidade da velhice e morte dos pais, o que gera neles intensas e nem sempre reconhecidas ansiedades existências [...] (OSORIO, 2002 p. 83).
Quando há uma boa relação entre pai e filho não vai existir nenhuma relação de domínio e sim de responsabilidades quando necessário. Os filhos são seres com identidade própria, ou seja, com vontade própria, eles têm uma cota de livre-arbítrio que foge do controle e manipulação dos pais, assim estes (pais) não podem se responsabilizar por todos seus atos, pensamentos ou modo de sentir. Outro fator presente na relação pai e filho é o de culpa, e os pais de hoje em pleno século XXI, estão tentando se livrar dessa culpa institucionalizada pela geração anterior que dizia que o elemento para formação do caráter filial lhes seria a culpabilidade pelas suas atitudes e ações (Iibd., 2002).
[...] ao se declararem culpados pelo que está acontecendo aos filhos, ou até pelo que lhes possa acontecer no futuro, em nada os pais estão ajudando os filhos nas suas agruras evolutivas, cuja responsabilidade é dos próprios filhos tanto quanto dos pais e da sociedade. Da própria vida, enfim, com todas as vicissitudes que lhe são inerentes. A culpa paralisa. Pais culpados geralmente deixam de funcionar como adequados recipientes para as ansiedades dos filhos; acabam por incrementar suas sensações de confusão e desamparo antes às dificuldades de seu momento evolutivo (OSORIO, 2002, p. 85).
Os filhos podem ter dificuldades evolutivas para alcançar a maturidade, quando os próprios pais não conseguem fazer a ponte entre mostrar ao mundo o filho que gerou (cresça) e a perda do controle de seus destinos (não cresça). Muitos pais sentem-se angustiados pelo crescimento dos filhos em uma sociedade cercada de famílias em conflitos, disfunção político-econômicas, guerras e outros fatores que geram insegurança, e isso faz com que os filhos não possam exercer as ditas funções adultas (IBID., 2002).

As diversas condições que os pais são expostos diante dos filhos, demonstram que estes nunca serão perfeitos e nem os filhos serão perfeitos, porque na verdade perfeição não existe e depois sempre vai aparecer alguém para apontar as falhas, os erros. Para tanto os pais devem estar preparados, porque as suas dificuldades serão mostradas pelos próprios filhos (ROSSET, 2003).

Ser pai ideal e mãe ideal é uma empreitada impossível, pois todos os pais deixam a desejar de alguma maneira. Mas ainda assim é possível existir uma troca, quando se ensina se aprende e enquanto se aprende se ensina. Portanto os pais devem estar preparados para alguma situação atípica no seio familiar e não pensar que essas situações poderão desestabilizar a família, mas poderá ocorrer um crescimento mútuo."

Fonte: http://artigos.psicologado.com/psicologia-geral/sexualidade/pais-com-filho-a-homossexual-e-agora-como-lidar-com-isso#ixzz2lZilWwkZ
Psicologado - Artigos de Psicologia 

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

O Nó do Afeto

Parábola.

Em uma reunião de pais, numa escola da periferia, a diretora ressaltava o apoio que os pais devem dar aos filhos; pedia-lhes também que se fizessem presentes o máximo de tempo possível... Ela entendia que, embora a maioria dos pais e mães daquela comunidade trabalhassem fora, deveriam achar um tempinho para se dedicar e entender as crianças. Mas a diretora ficou muito surpresa quando um pai se levantou e explicou, com seu jeito humilde, que ele não tinha tempo de falar com o filho, nem de vê-lo, durante a semana, porque, quando ele saía para trabalhar, era muito cedo, e o filho ainda estava dormindo...Quando voltava do serviço, já era muito tarde, e o garoto não estava mais acordado. Explicou, ainda, que tinha de trabalhar assim para prover o sustento da família, mas também contou que isso o deixava angustiado por não ter tempo para o filho e que tentava se redimir, indo beijá-lo todas as noites quando chegava em casa. E, para que o filho soubesse da sua presença, ele dava um nó na ponta do lençol que o cobria. Isso acontecia religiosamente todas as noites quando ia beijá-lo. Quando o filho acordava e via o nó, sabia, através dele, que o pai tinha estado ali e o havia beijado. O nó era o meio de comunicação entre eles. O nó, era uma expressão de amor!

domingo, 21 de julho de 2013

Você gosta de fazer compras ou é complusivo(a)?



Você... (***)
- não resiste ao impulso de comprar?
- gasta mais que o planejado e se prejudica financeiramente?
- impede ou prejudica seus planos de vida e das pessoas a sua volta?
- precisa efetuar a compra de qualquer maneira, independente do produto comprado?
- percebe que tem comprado coisas que não usa ou usa muito pouco?
- assume dívidas acima de cinco vezes o valor de sua renda mensal?

Se você respondeu sim na maioria destas perguntas, é hora de procurar ajuda. Afinal, você pode estar sofrendo de Oneomanina (comprar compulsivo). A oneomania é definida como sendo uma desordem psicológica que afeta principalmente as mulheres. A doença pode estar associada a transtornos do humor e de ansiedade, dependência de substâncias psicoativas (álcool, tóxicos ou medicamentos), transtornos alimentares (bulimia, anorexia) e de controles de impulsos. A oneomania também emerge para aliviar sentimentos de grande frustração, vazio e depressão. É um desejo de possuir, de ter poder, que fica reprimido. Ao não conseguir dar vazão ao seu desejo, a pessoa sofre uma enorme pressão interna que a leva à necessidade de possuir coisas novas como única forma de prazer. Uma pessoa pode passar anos comprando compulsivamente e adquirindo dívidas de até dez vezes a sua renda mensal, até perceber que sofre de uma doença. 

A doença ainda é pouco conhecida no Brasil, mas já é bem estudada em outros países – especialmente nos Estados Unidos. Lá, aliás, a estimativa é de que 8% da população tenha o transtorno. No Brasil, o Instituto de Psicologia da USP é um dos mais atualizados no assunto, e publicou alguns estudos que estimam o percentual da população brasileira que sofre deste problema em cerca de 3%. Pode parecer pouco, mas quando se tem mais de 190 milhões de habitantes, esse número se torna bem preocupante.

Mas como saber o limite entre o comportamento "normal" e a compulsão?
Especialistas garantem que cair em tentação de vez em quando é natural: o que diferencia os compulsivos é que isso acontece frequentemente com eles. "As compras compulsivas geralmente não envolvem uma avaliação mais criteriosa da necessidade do objeto adquirido. Assim, compulsivos costumam adquirir objetos que não irão usar, chegando a comprar, por exemplo, várias cores de um mesmo modelo de sapatos apenas porque não conseguiu controlar um impulso", explica Bellé, professora do Instituto de Psicologia de São Paulo.

A ajuda só é procurada quando a situação financeira da pessoa e, na maioria das vezes, a de sua família, chega a uma condição insustentável. Sabe-se que, atualmente, a melhor forma de se tratar pessoas com este problema é por meio da psicoterapia, além da necessidade de freqüentar grupos de auto-ajuda.

Integra SER. Psicologia a Serviço da Vida.


(***) Teste desenvolvido por Coordenadores do Ambulatório do Jogo Patológico e Outros Transtornos do Impulso (AMJO) do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas, SP. http://ipqhc.org.br/index.php 

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Ansiedade Infantil

Você sabia que crianças também sofrem com a ansiedade? Aprenda a reconhecer os sinais e a identificar o que pode estar contribuindo para esse sentimento.
Mas lembre-se! Carinho, dedicação e respeito sempre será o melhor ingrediente.

Você é ansioso? Saiba que as crianças também apresentam sinais do distúrbio quando algo as incomoda. A ansiedade está muito associada ao tempo: é quando a projeção mental no futuro é mais forte do que no presente. Esse é um comportamento que pode ser aprendido, mas hoje há estudos que mostram que os genes também podem ter o seu papel nesse quadro. Uma pesquisa realizada por cientistas na Alemanha e nos Estados Unidos mostrou que pessoas com variações do gene que regula o neurotransmissor dopamina, o COMT, possuem mais chance de desenvolver distúrbios de ansiedade. 
Mas a genética é apenas um dos diversos fatores que contribuem para a ansiedade. A questão ambiental, como o convívio em casa com a família, exerce uma função importante no comportamento da criança. 

Os recém-nascidos já podem aprender e desenvolver alterações de ansiedade por influência da mãe. Até os 7 anos, a criança está em um nível de desenvolvimento primitivo, e a família é o alicerce para os seus valores. Se no dia-a-dia, ela presencia briga dos pais, preocupação excessiva deles com trabalho, por exemplo, é provável que fique insegura e ansiosa também. 

“Todo mundo tem um pouco de ansiedade, tanto adulto quanto criança”, diz Rita Calegari, psicóloga infantil do Hospital São Camilo. Algumas pessoas conseguem levar a ansiedade de maneira saudável, mas há quem sofra e isso é prejudicial. O exemplo dos pais é fundamental para que ela aprenda a controlar de forma equilibrada suas emoções. 

Como identificar a ansiedade na criança
A criança ansiosa não se concentra no momento atual. Segundo Rita, até os 6 anos, a insegurança é a principal característica. Ela tem medo de tudo e dificuldades em passar as etapas do seu desenvolvimento, como largar as fraldas ou a chupeta. 

Em idade escolar, o desempenho nos estudos pode ser prejudicado, por não conseguir acompanhar as explicações do professor. Quando está brincando, ela pode atropelar a colega. Se o jogo é de tabuleiro, por exemplo, ela quer jogar a todo o momento e não sabe esperar sua vez. Se for menor, e o brinquedo é de encaixar, pode não conseguir realizar a atividade da maneira que gostaria. 

É claro que, se o seu filho está em época de provas, esperando por uma viagem ou festa de aniversário, ele vai ficar ansioso, mas são situações que não trarão danos para a sua vida. Vale o bom senso dos pais para observar a criança. O problema é quando o sono, a alimentação, o desenvolvimento educacional e social da criança são afetados. 

Como os pais podem ajudar os filhos
- Ensine seu filho a respirar bem devagar, para que ele se acalme; 
- Ao contar uma história, se perceber que ele está disperso, chame-o com carinho e o envolva novamente no enredo; 
- Converse com seu filho. Se perceber uma mudança no comportamento, ajude-o a se expressar, a nomear o que está sentindo; 
- Ofereça saídas práticas. Se estiver muito ansioso por causa de um evento, ajude-o a se distrair, sem fazer comentários sobre seu comportamento. Se estiver comendo muito rápido, peça que acompanhe o seu ritmo; 
- Proponha atividades físicas. Elas relaxam e colocam a criança no presente. 

Se perceber que a rotina e o desenvolvimento da criança estão prejudicados por conta da ansiedade, procure ajuda de um profissional.
Artigo: Revista Crescer

terça-feira, 25 de junho de 2013

Você age pela emoção ou pelo sentimento?

Vulgarmente confundimos emoção com sentimento. No entanto, existe uma ampla diferença entre o ato de sentir (sentimento) e a de reagir (emoção). 
De acordo com o dicionário de Psicologia, emoção significa uma reação global, intensa e breve do organismo a uma situação inesperada, acompanhada de estado afetivo de tonalidade penosa ou agradável. É o estado afetivo intenso, complexo e proveniente da REAÇÃO, ao mesmo tempo mental e orgânica, com forte influência dos instintos, das inferioridades e da não-racionalidade.

 

A partir desta compreensão e dos estudos da Psicologia de Eric Berne, compreendemos que o ser humano possui cinco emoções básicas e universais. São elas: raiva, medo, tristeza, alegria e amor. Segundo Maria de Fátima Estimado, do Instituro Luz, estas emoções podem aparecer de forma clara como também “disfarçadas” no nosso dia a dia.

O sentimento, por sua vez, corresponde a um estado afetivo complexo, combinando elementos emotivos e imaginativos e que persistem em ausência de qualquer estimulo. No sentimento, encontramos um número maior de elementos intelectuais e racionais. Conforme Conceição Trucom, química e cientista na área das emoções e dos sentimentos, as emoções nos levam às ilusões, às falsas expectativas, à distorção da realidade e os sentimentos nos fazem superar, crescer, transbordar e expandir para a conquista da paz.

Os psicólogos, independente da queixa e da idade do cliente, procuraram conhecer esses estados emocionais através de estudos e da investigação clinica (Psicoterapia) que tem por finalidade verificar o desenvolvimento dessas emoções e suas consequências no organismo humano e no seu cotidiano, como também, refletir a emoção de forma segura e não aprisionante: "A natureza emocional, devidamente dirigida e governada, é um dos mais poderosos meios de influência psíquica que o homem dispõe. Os indivíduos de maior prestígio pessoal são os que têm intensas emoções, mas sabem dominá-las" (A.M.)

Afinal, você se considera uma pessoa emocional ou sentimental? Seja lá qual a sua forma de estar no mundo, o importante é estar de posse e consciente “de tudo” que provém de dentro, do centro, do corpo, da mente, da essência, para assim viver de forma saudável e livre conforme a sua individualidade.

(Equipe Integra SER – Psicologia a Serviço da Vida.